Formação Certificada em Empresas

Na vertente corporativa assumimos um eixo especializado em formação comportamental e de desenvolvimento pessoal, por considerarmos que a as competências relacionais e a atitude individual são eixos fundamentais para que cada colaborador possa dar o melhor de si.
As organizações já procuram os recursos humanos com melhores competências técnicas e conhecimentos específicos a cada área de atividade, mas isso nem sempre se reflete no desempenho profissional. Trabalhar competências de liderança, de relacionamento interpessoal, de comunicação e outras soft skills é a nossa área de intervenção.
Estas são algumas das ações pré-estruturadas, podendo ser ajustadas por módulos às necessidades específicas de cada ação.

  • Inteligência Emocional
  • Competências sócio emocionais e gestão de conflitos
  • Coaching na liderança e motivação de equipas
  • Ferramentas de coaching para a mudança
  • Relacionamento interpessoal
  • Comunicação não violenta na gestão de conflitos
  • Gestão do Tempo

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Gabinete de Apoio Psicológico em Empresas

Desenvolvemos e implementamos nas organizações um serviço único no âmbito da Saúde Psicológica, que proporciona um mecanismo de apoio aos colaboradores, ao nível da saúde mental, saúde ocupacional e bem-estar psicológico.
Este gabinete compreende atendimento de cariz psicossocial, individual ou em grupo, com vista a prevenir situações de desgaste extremo ou esgotamento, promoção da saúde mental, redução da incidência de depressão, burnout, stress, procrastinação e falta de motivação.
Esta intervenção, além de proporcionar estados mais positivos nos elementos intervencionados, também contribui para uma cultura organizacional de valorização dos recursos humanos.

  • Atendimentos individuais de apoio psicológico, coaching ou terapia sistémica;
  • Atendimentos em grupo com estratégias de redução do stress e melhoria do relacionamento interpessoal;
  • Mediação de conflitos;
  • Ações de vigilância da saúde psicológica para deteção de situações de depressão, ansiedade e esgotamento;
  • Avaliação psicológica/clínica e referenciação para os serviços de saúde especializados quando se constatar problemas de saúde psicológica incapacitantes;
  • Sessões abertas de Mindfulness ou Atenção Plena para a redução do stress;

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Avaliação de Riscos Psicossociais

De acordo com a Lei nº 102/2009, faz parte das obrigações gerais do empregador assegurar, nos locais de trabalho, que a exposição aos fatores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador, bem como, a adaptação do trabalho ao homem, especialmente no que se refere à conceção dos postos de trabalho, à escolha de equipamentos de trabalho e aos métodos de trabalho e produção, com vista a, nomeadamente, atenuar o trabalho monótono e o trabalho repetitivo e reduzir os riscos psicossociais.

Enquanto os riscos para a saúde física associados a más condições de trabalho estão cada vez mais controlados e são cada vez melhor geridos pelas empresas, os riscos psicossociais e os problemas de saúde psicológica são muitas vezes remetidos para 2º plano. Não obstante, os riscos psicossocias constituem uma das maiores ameaças à saúde física e mental dos trabalhadores, ao bom funcionamento e produtividade das organizações (sejam elas públicas ou privadas).

Correspondem a aspetos da organização e da gestão do trabalho, dos contextos sociais e ambientais relativos ao trabalho que têm potenciais efeitos negativos do ponto de vista psicossocial. Entre os riscos podemos falar do stress ocupacional, o assédio (moral e sexual), a violência no trabalho, a síndrome de burnout, a adição ao trabalho, a fadiga e carga mental no trabalho, assim como o trabalho emocional.

Estes riscos traduzem-se num conjunto de consequências nefastas quer para o trabalhador (doenças físicas, como as dores musculares e articulares, dores de cabeça, problemas cardiovasculares ou hipertensão; e doenças mentais, como a depressão ou o burnout) quer para o empregador e as organizações (absentismo ou presentismo, diminuição da produtividade e da qualidade do trabalho, conflitos e degradação do clima de trabalho, entre outros).

Por tudo isto, é fundamental que as organizações avaliem os riscos psicossociais e adoptem medidas que permitam preveni-los, sendo os custos das intervenções de promoção da saúde mental no trabalho claramente ultrapassados pelos ganhos na redução do absentismo e melhoria da produtividade.

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